Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira Capítulo 25

Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira Capítulo 25

25 

Mais uma manhã de segunda-feira, já havia pa*seado com o Noah, queria ir até a capital comprar algumas coisinhas, lembrando que meu aniversário já estava chegando, seria alguns dias após o dia dos pais. 

Falando em dia dos pais, me senti triste, será mais um ano que pa*saria sem o meu herói, isso me rasgava a alma, era uma dor inconsolável, mas tentei focar no hoje e esquecer o pa*sado para parar de sofrer duas vezes. 

Me lembrei de revelar as fotos do mêsversário de Noah, colocaria algumas, no porta-retrato do quarto, lembrei que Denise falou sobre Liana ter dito que fez um quarto para Noah, mas não havia nada dentro, minha curiosidade aumentou outra vez, em saber que cômodo era esse, talvez até pudesse decorá-lo futuramente, já que ele merecia ter um quarto com uma cara mais infantil, quando encontra*se Oliver de bom humor, o que seria muito dificil, tentaria tocar nesse a*sunto. 

Dúvidas pairavam no meu pensamento, era tanta coisa que vinha na minha cabeça, mas não podia 

-parar para pensar nisto agora. Estava com todas as roupinhas de Noah para lavar, então desci para a lavanderia, mas antes, pa*saria na cozinha para tomar café. Encontrei Denise, e na mesa do café 

estavam Saulo e Oliver. 

– Bom dia! Cumprimentei apenas por educação, já que minha real vontade era pa*sar despercebida. 

Só obtive respostas de Saulo e Denise, pa*sei então para a lavanderia, não iria comer naquele 

momento, apesar de que estava morrendo de fome, já que não havia jantado ontem. Comecei a colocar a roupa na máquina, enquanto olhava Noah pela babá eletrônica, após terminar, pa*sei e 

voltei para o quarto, os homens ainda estavam na mesa da cozinha. 

Estava me sentindo fraca, e com uma tontura diferente, então, não pude suportar mais a fome e desci outra vez para a cozinha, os homens ainda estavam lá, mas Denise não, achei muito estranho. 

aquilo, já que nesse horário eles já deviam estar bem longe trabalhando, abri a geladeira e comecei a fazer um lanche bem reforçado, aproveitei e fiz um para levar para o quarto também, após comer e lavar o que sujei, ia saindo da cozinha quando Saulo começou a falar comigo. 2) 

-E af Aurora, como foram as vendas ontem? – Começou. 

Ah, pronto! 

– 

– Foram ótimas senhor. Respondi direta. 

– 

– É você mesmo que faz aqueles laços? – Saulo perguntava, enquanto Oliver fazia cara de 

desdenho. 

– Sim senhor. 

– 

Quero encomendar trinta na sua mão, para o sabado se puder, todos rosa ok? Tenho que 

presentear algumas crianças do balé na capital. 

Oliver fez uma cara nada boa para o amigo, parecia querer dizer algo simplesmente com o olhar. 

– Tudo bem, no sábado estarão prontos, 

– Quanto fica mesmo? 

Fiz um cálculo mental rapidamente. 

– 

– 270 reais. 

– Pode arredondar para 300 então. Você entrega para a Denise, que deixarei o dinheiro com ela, 

tudo bem? 

– Tudo bem, muito obrigada! 

– E você Oliver, não vai querer comprar alguns laços não? Afinal, você irá visitar o orfanato esta 

semana. 

The 

Oliver já estava com uma cara vermelha de raiva, continuou fuzilando o amigo com o olhar. 

– Levarei algo que preste para elas.s 

Ao ouvir, me senti um pouco triste, e me veio um nó na garganta, tudo bem ele não querer comprar nada, mas rebaixar o meu trabalho já era demais, este sem noção vivia com a cara emburrada, com raiva do mundo e queria descontar suas frustrações em mim. 

– Não seja rude Oliver, temos que dar valor ao trabalho manual da Aurora, afinal, estamos comprando algo artesanal. 

– Sem problemas senhores. Resolvi não ficar por baixo – Também não poderia aceitar, estou muito cheia de encomendas, se ele quisesse comprar alguma coisa em minha mão, teria que enfrentar uma grande fila de espera, com licença! 

E sai deixando Oliver com cara de rejeitado, Saulo parecia segurar o riso. Não sei qual era a intenção do Saulo, mas eu não ia cair no seu jogo para tentar irritar o amigo. 

Entrei no quarto, arrumei as roupas de Noah no armário, o peguei e dei mamadeira outra vez, troquei sua fralda e deixei que fica*se na cama, enquanto ia fazendo meus lacinhos, já que teria que entregá-los até sábado, e domingo os da vila, fora os que tinha que fazer avulsos para estender 

na banca 2 

Estava feliz, de certa forma algo estava dando certo, o mau-humor de Oliver não me abalaria. 

[…] 

Quarta-feira chegou, e eu já estava na estrada com Joaquim e Noah, teria que comprar mais 

O dia dos pais era no final de semana, então resolvi comprar um quadro e colocar uma foto do 

Noah com o pai, daria de presente a Oliver, ele não estava merecendo nada, por ser tão rude, mas o 

fato dele ser chato, não influenciaria a pessoa que sou, cheguei na fazenda as quatro da tarde. 

A noite, quando Noah dormiu, fui para a cozinha jantar, estava tudo escuro e Denise já tinha ido 

embora. Comecei a comer e vi Oliver deitado no sofá. Parecia está dormindo, ao seu lado, havia trés 

garrafas de bebidas vazias, e ele segurava um copo na mão, enquanto continuava a comer, notei 

que ele não se mexia de modo algum, após terminar, resolvi encostar para ver se ele estava 

respirando, já que havia secado todas as garrafas. 

– 

– Oliver, está tudo bem? – Falei baixo, para que não se a*susta*se comigo no escuro. 

– 

Oliver! Falei um pouco mais próximo. 

Ele se a*sustou e abriu um pouco os olhos. 

– 

– É você? – Fechou os olhos novamente. Me ajuda ir para o quarto. 

Como quer que eu o ajude? 

Se levantou e pa*sou o braço por meu ombro, me senti desconfortável por está tão próxima a*sim, 

além disso, o cheiro de álcool que exalava era horrível. 

Mesmo a*sim, comecei a andar o ajudando a se apoiar, íamos pelo corredor escuro, quando cheguei próximo à porta de seu quarto a abri, ia soltá-lo ali mesmo. Mas ele me segurou forte pela. 

cintura. 1 

-Me ajuda ir até à cama. Sua voz saiu como uma ordem. 

Mesmo não querendo, eu o fiz, afinal, não sei se ele conseguiria caminhar até lá sozinho, após se 

sentar na cama, disse. 

– Os sapatos. 

Oliver já estava aproveitando demais da minha boa vontade, mas seu estado de embriaguez era tão grande, que de certo modo fiquei com pena, tirei seus sapatos. Espero que se lembre disso amanhã. 

– Pronto. Boa noite! 

Antes que saísse, ele me puxou para perto de si, foi uma puxada brusca, que fez com que caisse em cima dele, que no mesmo instante me apertou forte deitando-se na cama. 

– Fica comigo esta noite. – Falou baixo em meu ouvido. (4) 

Sua voz era tão S**y que cheguei a estremecer, mas voltei do meu devaneio instantaneamente. 

– 

– O qué? Você está louco? Me solta! Confesso que minha voz saiu trêmula. 

Fiquei em estado de choque, e sem reação alguma, tentei me soltar, mas sua força era muito maior que a minha, parecia que nem conseguia me mexer. 

— 

– 

-Eu não vou te julgar. Beijou meu pescoço. Não vou jogar nada na sua cara, só quero que você 

fique. 

– Do que você está falando? Me solta, ou gritarei seu louco! Oliver parecia não falar coisa com 

coisa. 

– 

Só diz que fica, não vai embora de novo não. 

Após dizer a última frase, beijou minha boca, com uma força surpreendente. 

Sua boca estava quente, e uma de suas mãos me segurava pela nuca, enquanto a outra apertava a minha cintura, por mais que minha mente quisesse sair dali, meu corpo queria ficar, eu não sei o que estava acontecendo, mas retribui o beijo com a mesma intensidade. Após parar o beijo por um segundo, mordeu minha orelha e falou baixinho. 

– 

Eu ainda te amo Liana! 10 

Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira

Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira

Score 9.9
Status: Ongoing Type: Author: Artist: Released: 10/5/2023 Native Language: Portuguese
Caminho Traçado - Uma babá na fazenda By Célia Oliveira" Novel is a subgenre of romance fiction that features a romantic relationship between the main characters, Célia Oliveira one of whom is a chief executive officer (Célia Oliveira) or high-ranking corporate executive. Read More Ex-wife’s Disguised Identity by Josie Atkins Novel

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Aurora era uma garota cheia de sonhos, que começaram a ser destruídos após a morte de seu pai.Tudo que ela queria era dar uma vida melhor para a mãe, mas tudo mudou, quando sua mãe conhece um homem e se casa novamente, se transformando praticamente em outra mulher, Aurora que era filha amada, ficou detestada pela mãe, que tinha ciúmes do marido com a filha, as coisas só pioram quando ela tem que fugir de casa para não ser violentada pelo padrasto, e na procura por um lugar para morar, acaba encontrando um homem misterioso numa ponte...

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Some Important Questions Related to the Story

  1. What time did Aurora's mother arrive home, and why was she upset?
    • Aurora's mother arrived home after six o'clock, and she was upset, possibly due to something Sandro had done or said.
  2. How does Aurora contribute to her household?
    • Aurora takes care of her younger sister, Alice, so her mother and her boyfriend, Sandro, can work outside the home. She also makes hair bows to earn some money.
  3. Why does Aurora hide her earnings from making hair bows?
    • Aurora hides her earnings because she plans to use the money to leave home when she turns eighteen and doesn't want her family to take it from her.
  4. Why hasn't Aurora been able to pursue her dream of attending college?
    • Aurora's mother didn't allow her to attend college because she believes Aurora should take care of Alice instead of pursuing higher education.
  5. What is the nature of Aurora's relationship with her friend Isadora?
    • Aurora and Isadora are best friends who met in elementary school. They had plans to attend college together, but Isadora is now leaving for another state to study medicine.
  6. What is Aurora's ultimate goal when she turns eighteen?
    • Aurora's goal when she turns eighteen is to leave her current home and start a new life in a different city, far away from her family's toxic environment.
  7. Why does Aurora's mother's attitude toward her change after she started dating Sandro?
    • Aurora's mother's attitude changed because she became infatuated with Sandro and allowed her jealousy and possessiveness to affect her relationship with Aurora.
  8. How does Aurora plan to support herself when she leaves home?
    • Aurora plans to support herself by finding a job, renting a small apartment, and eventually pursuing a college education to achieve her dreams.
  9. What does Aurora think about her two months left in her current situation?
    • Aurora sees these two months as a short period in comparison to the difficult years she has endured and is determined to leave her current situation behind.
  10. Why does Aurora want to move to a distant city?
    • Aurora wants to move to a distant city because she believes that anywhere else would be better than her current situation at home, and she is determined to start fresh and pursue her dreams away from her family's toxic environment.

Conclusion

Aurora's story is one of resilience and determination in the face of a challenging family situation. Despite her difficult circumstances, she is determined to break free, pursue her dreams, and build a better life for herself. Her unwavering spirit serves as a testament to the power of hope and ambition.  

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