Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira Capítulo 22

Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira Capítulo 22

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Denise havia saído na S**ta a noite com Saulo, eles iriam pa*sar o fim de semana na praia, confesso também que morria de vontade de conhecer o mar, mamãe já havia viajado três vezes com o Sandro e Alice, mas nunca me levaram, imagina, se minha mãe tinha ciúmes de mim em casa vestida com roupas compostas, ela me mataría se me visse de biquini na praia. Seu ciúme era doentio, e por culpa disso eu era privada de tudo. 

Após o bolo ter a*sado e esfriado, cobri com a cobertura que havia feito, coloquei a velinha e o topo do bolo, guardei na geladeira e subi para dar a mamadeira e arrumar meu chefinho. 

Deixei meu celular carregando para tirar várias fotos, separei algumas roupinhas que ele tinha, que achava muito lindas também, faria outras fotos dele. 

Noah já estava arrumadinho, o coloquei no carrinho e desci para a sala, montei um pequeno cenário no sofá, e o coloquei lá, ao lado pus o bolo, e comecei minha sessão de fotos. Confesso que havia arrumado meu cabelo e vestido a roupa mais arrumadinha que tinha, iria tirar foto com ele. também. 

Coloquei no temporizador e tiramos várias fotos, esse pedacinho de gente sabia ser lindo, ficou uma foto mais linda que a outra, estava quase terminando, quando vi Oliver, parado no corredor nos observando. 

Ele estava vestido num terno preto elegantissimo, sua barba estava feita, e seus cabelos penteados para trás, estava a cara de um verdadeiro executivo. Fiquei um pouco constrangida, por observá-lo demais, mas era a primeira vez que o achava bonito. 1 

Já havia alguns dias que não o via, e ele parecia está muito diferente, logo me veio uma ideia na cabeça, para todo aquele constrangimento ir embora, mas antes que eu fala*se alguma coisa, ele já encostou e começou. 2 

– O que é isso aqui mesmo? 

Ignorante como sempre, mesmo que tenha melhorado a aparência, continuava um troglodita. 

– Bom dia, senhor, hoje é o aniversário de 1 mês do Noah, e estou comemorando com uma sessão de fotos. – Tentei soar a mais positiva e empolgada possível. 

Que palhaçada! – Revirou os olhos. 

Não é palhaçada, é algo para ficar de recordação, quer tirar uma foto com ele? Aproveita que vocês dois estão vestindo igual hoje, até parece que foi tudo combinado. 

Tentava fazer o melhor que podia, Oliver pegando o Noah no colo e tirando algumas fotos, serial uma ótima recordação para se guardar e um jeito de criar algum vinculo. 

-Eu nao vou fazer isso, acha que ele vai se recordar de alguma dessas idiotices? 

Minha paciência com Oliver às vezes era limitada, mas mantinha minha voz firme e doce. Decidi que tentaria aproximar o pai do filho, não foi nada fácil o que Oliver pa*sou, eu o entendo, mas ele deve entender que o Noah é o mais inocente da história. 

Ele não vai se lembrar agora, por isso devemos tirar as fotos, quando crescer, irá olhar com amor essas recordações, e saber que o pai sempre esteve presente em sua vida. 

Oliver parecia pensar um pouco, mas antes mesmo dele responder um não, peguei Noah e ofereci para que ele o pega*se no colo, ele ficou receoso e me olhava sem entender, mas, depois olhou para Noah, e vi seus olhos brilharam na mesma hora que encarou o filho, até a sua feição mudou. 

Oliver amava Noah, só estava machucado 

– Segure-o e se sente ali no sofá, vou bater algumas fotos. 

Coloquei Noah em seu colo, de um jeito que ele não pôde recusar. Ao pegar o bebê, ficou um pouco desconfortável, então o guiei até o sofá, ele se sentou, e não parava de olhar para o filho, então, aproveitei esse momento e peguei meu celular do tripé improvisado e comecei a bater as fotos. 

Oliver parecia está em outra dimensão, nem percebia que eu estava ali, acho que era a primeira vez que pegava Noah no colo com amor. Eu não parava de bater fotos, não queria perder aquele lindo momento de vinculo entre pai e filho. 

Pa*sado uns três minutos, Oliver falou, (2) 

– Pare de ser tola Aurora, e larga esse celular. 

-Ah, desculpas senhor, é que as fotos estavam ficando muito bonitas. 

– Tome Me ofereceu o bebê. 

– 

pegue-o, agora tenho que sair. – Peguei Noah e o coloquei no 

carrinho, Oliver se levantou e já ia saindo. 

– Espere, não quer olhar como ficaram as fotos?-la em sua direção com o celular. 

– Não, eu não ligo para essas idiotices! 

Ao falar, saiu da sala, logo ouvi o barulho do motor do carro ligando. Mais um sábado que eu e Noah ficavamos sozinhos em casa, troquei suas roupinhas e tirei outras fotos, logo ele dormiu. 

A tarde foi ensolarada, se continua*se a*sim, dava para ir amanhã na feirinha da vila, já estava com 50 laços prontos, tentaria vender o máximo possível. 

Aproveitei o sol e pa*seei com Noah, ele já havia crescido alguns centimetros, e seus olhinhos ficavam mais abertos. Caminhava com ele na pista que ia para a vila, queria saber se era tão longe a*sim o lugar, com trinta minutos de caminhada, lá estava ela, a vila São Caetano. Encontrei uma grande árvore para ficar na sombra, do lugar onde estava, dava para ter uma vista privilegiada da 

uma grande cobertura que imaginei que poderia ser uma quadra esportiva, não parecia ter movimento algum de pessoas, como Denise havia falado, aos sábados todos iam para a capital, pois recebiam seus salários. 

Falando nisso, se completou um mês que estou aqui, e Oliver cumpriu quando disse que não me pagaria nada. Por um lado estava triste, achava que ele iria repensar, mas, por outro lado, estaval grata, tinha uma casa e estava em segurança, tinha o que comer e podia sair para onde quisesse, e tinha também uma ótima companhia de um bebé, que agora começava a chorar, me sentei num banquinho improvisado na beira da estrada e preparei sua mamadeira, já que estava a trinta minutos da casa. 

Acabando de alimentá-lo, troquei sua fralda no carrinho e já estava pronta para ir embora, pois já ia dar cinco da tarde, quando um carro parou próximo a nós. Era Oliver, parecia vir da vila, desceu os vidros e falou com seu tom arrogante.. 

– O que faz tão longe da casa? 

Aproveitei o sol e vim caminhar com o Noah, acabei vindo ver como era a vila de dia 

– Você estava lä? 

– 

Não cheguei a ir até lá, só observava daquela árvore ali Apontei para a árvore que eu estava embaixo há alguns minutos. Mas amanhã, se o tempo estiver bom, quero ir até à feirinha. 

– 

– 

– E com que dinheiro compraria algo, já que trabalha por amor? Rui zombando de mim. 

Já parou para pensar que talvez eu não seja a pessoa que compra e sim a que vende? – Refutei, 

– E vai vender o quê, retórica? Insinuou. 

– Talvez. Já que tenho um cliente satisfeito por aqui. 

Respondi e empurrei o carrinho continuando a andar. 

Este idiota está achando que é quem para falar comigo a*sim? Tudo bem ele não me pagar, mas zombar da minha cara era demais. Fiquei com tanta raiva, que isso me deu mais motivação para amanhã vender todos os meus laços, e também prometi a mim mesma que não iria cair na mesma ignorância que Oliver. 

Acelerou o carro me acompanhando outra vez. 

– Entra, dou uma carona para vocês. 

– Não obrigada, eu quero andar. – Disse sem olhar para sua cara. 

Esse homem tinha uma mudança de humor muito drástica, qualquer oportunidade que me der de 

agora para frente, irei mandá-lo se tratar, no fundo, o entendia por ser tão desconfiado a*sim, mas até a minha paciència ia pro espaço às vezes, ele podia até ser uma boa pessoa como Denise falou, 

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Então vá pela sombra. 

Logo pa*sou com o carro por nós. Noah e eu continuamos a caminhar, eram quase seis da tarde 

quando chegamos na casa, estava morrendo de fome, então iria comer e depois subir para dar 

banho no pedacinho de gente, mas, quando entrei pela porta da cozinha, encontrei Oliver cozinhando, quando senti o cheiro da comida que ele estava fazendo, minha barriga roncou mais ainda, mas para não ficar no mesmo ambiente que ele, resolvi ir para o quarto dar banho no Noah, 

depois desceria para a cozinha, talvez a*sim, ele não estivesse mais por lá. (10)

Caminho Traçado – Uma babá na fazenda By Célia Oliveira

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Score 9.9
Status: Ongoing Type: Author: Artist: Released: 10/5/2023 Native Language: Portuguese
Caminho Traçado - Uma babá na fazenda By Célia Oliveira" Novel is a subgenre of romance fiction that features a romantic relationship between the main characters, Célia Oliveira one of whom is a chief executive officer (Célia Oliveira) or high-ranking corporate executive. Read More Ex-wife’s Disguised Identity by Josie Atkins Novel

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Aurora era uma garota cheia de sonhos, que começaram a ser destruídos após a morte de seu pai.Tudo que ela queria era dar uma vida melhor para a mãe, mas tudo mudou, quando sua mãe conhece um homem e se casa novamente, se transformando praticamente em outra mulher, Aurora que era filha amada, ficou detestada pela mãe, que tinha ciúmes do marido com a filha, as coisas só pioram quando ela tem que fugir de casa para não ser violentada pelo padrasto, e na procura por um lugar para morar, acaba encontrando um homem misterioso numa ponte...

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Some Important Questions Related to the Story

  1. What time did Aurora's mother arrive home, and why was she upset?
    • Aurora's mother arrived home after six o'clock, and she was upset, possibly due to something Sandro had done or said.
  2. How does Aurora contribute to her household?
    • Aurora takes care of her younger sister, Alice, so her mother and her boyfriend, Sandro, can work outside the home. She also makes hair bows to earn some money.
  3. Why does Aurora hide her earnings from making hair bows?
    • Aurora hides her earnings because she plans to use the money to leave home when she turns eighteen and doesn't want her family to take it from her.
  4. Why hasn't Aurora been able to pursue her dream of attending college?
    • Aurora's mother didn't allow her to attend college because she believes Aurora should take care of Alice instead of pursuing higher education.
  5. What is the nature of Aurora's relationship with her friend Isadora?
    • Aurora and Isadora are best friends who met in elementary school. They had plans to attend college together, but Isadora is now leaving for another state to study medicine.
  6. What is Aurora's ultimate goal when she turns eighteen?
    • Aurora's goal when she turns eighteen is to leave her current home and start a new life in a different city, far away from her family's toxic environment.
  7. Why does Aurora's mother's attitude toward her change after she started dating Sandro?
    • Aurora's mother's attitude changed because she became infatuated with Sandro and allowed her jealousy and possessiveness to affect her relationship with Aurora.
  8. How does Aurora plan to support herself when she leaves home?
    • Aurora plans to support herself by finding a job, renting a small apartment, and eventually pursuing a college education to achieve her dreams.
  9. What does Aurora think about her two months left in her current situation?
    • Aurora sees these two months as a short period in comparison to the difficult years she has endured and is determined to leave her current situation behind.
  10. Why does Aurora want to move to a distant city?
    • Aurora wants to move to a distant city because she believes that anywhere else would be better than her current situation at home, and she is determined to start fresh and pursue her dreams away from her family's toxic environment.

Conclusion

Aurora's story is one of resilience and determination in the face of a challenging family situation. Despite her difficult circumstances, she is determined to break free, pursue her dreams, and build a better life for herself. Her unwavering spirit serves as a testament to the power of hope and ambition.  

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